terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Audiência debate redução de jornada de trabalho e de encargos na folha de pagamento
Redução da jornada de trabalho e diminuição de encargos na folha de pagamento dos trabalhadores brasileiros são os temas da audiência pública que acontece nesta manhã na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado. A audiência começou às 9h, na sala 2 da Ala Nilo Coelho.
Os trabalhos são conduzidos pelo presidente da comissão, senador Paulo Paim (PT-RS).
Participam da audiência pública representantes das seguintes entidades: Confederação Nacional da Indústria (CNI), Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Mais informações a seguir
17/08/2011 - Deputada quer produção de Alevinos em Monte Alegre
DEP. JOSEFINA CARMO
Um centro de produção de alevinos, no município de Monte Alegre, na Calha Norte, voltado ao "incremento da piscicultura entre os produtores daquela região". Esta foi a solicitação da deputada Josefina Carmo (PMDB) ao governador Simão Jatene e ao secretário de Aquicultura e Pesca do Pará, Asdrúbal Bentes, através de moção parlamentar apresentada à Assembleia Legislativa (Alepa), na semana passada.
Ao justificar seu pedido, Josefina afirmou que "a piscicultura vem se assumindo como atividade que mais cresce e que ganha relevante potencial sócio-econômico no setor primário local e regional".
Segundo ela, a crescente importância da piscicultura na região "está associada à legislação ambiental atual, que restringe as demais atividades produtivas, mas também pelas condições hidrográficas propícias para a exploração das diferentes modalidades de criação de peixes em cativeiro".
Apesar disso, lembrou Josefina, que o desenvolvimento da atividade tem encontrado vários entraves, "mas todos plenamente superáveis". Ela citou como exemplos a capacitação dos produtores locais que está sendo feita pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
Outra dificuldade é a pouca disponibilidade de alevinos para atender às demandas de Monte Alegre e outros municípios da Calha Norte, razão principal da solicitação da parlamentar.
"Em suma, há a necessidade inadiável de implantação de uma unidade de produção de alevinos na região da Calha Norte, uma iniciativa indispensável e essencial ao incremento da piscicultura naquela região, em parceria com os Municípios locais", concluiu Josefina.
fonte: Ass. Imprensa/ Dep. Josefina Carmo
Supermercado é destruído em incêndio no Marco
Eram quase três horas da tarde do domingo e uma chuva fraca de gotas grossas caía. Adriano Moreira estava no depósito de seu trabalho e ouvia o barulho da água batendo. Começou uma gritaria repentina e o repositor olhou pela janela, no andar logo acima de onde trabalhava, e viu as chamas que consumiam a parte de trás do supermercado Nazaré, localizado na avenida Duque de Caxias com travessa Angustura, no bairro do Marco. Adriano diz que não pensou duas vezes: “Eu e meu colega saímos correndo. No salão era só desespero, as pessoas não sabiam o que estava acontecendo e corriam ”, relatou.
O incêndio logo tomou grandes proporções e atingiu toda a área do depósito no segundo andar do estabelecimento, que, segundo funcionários do local, comportava produtos de limpeza, descartáveis, bebidas alcoólicas, além dos artigos do magazine, como roupas e sapatos. O fogo, no entanto, não chegou a ultrapassar o depósito.
Rachaduras e explosões assustavam os moradores das redondezas, já que os materiais altamente inflamáveis fizeram com que as chamas chegassem a quase dois metros acima do telhado do estabelecimento. “Eu nem sabia o que estava acontecendo, mas a gritaria na rua foi muito grande, então quando vi que era um incêndio resolvemos evacuar também a casa por causa do calor que tomava conta”, disse Antônio Carlos Monteiro, morador de uma casa que fica atrás do supermercado, bem próximo da área incendiada.
Segundo a assessoria do Corpo de Bombeiros o risco maior é de que a parede da área mais afetada, que dá para a lateral de uma casa venha a desabar. “São cerca de 150 metros, e a parede está muito rachada, há um alto risco de desabamento, então as residência próximas devem continuar evacuadas até que a perícia avalie o estado do prédio”, disse o subtenente Joctã Costa, do Corpo de Bombeiros.
O incêndio logo tomou grandes proporções e atingiu toda a área do depósito no segundo andar do estabelecimento, que, segundo funcionários do local, comportava produtos de limpeza, descartáveis, bebidas alcoólicas, além dos artigos do magazine, como roupas e sapatos. O fogo, no entanto, não chegou a ultrapassar o depósito.
Rachaduras e explosões assustavam os moradores das redondezas, já que os materiais altamente inflamáveis fizeram com que as chamas chegassem a quase dois metros acima do telhado do estabelecimento. “Eu nem sabia o que estava acontecendo, mas a gritaria na rua foi muito grande, então quando vi que era um incêndio resolvemos evacuar também a casa por causa do calor que tomava conta”, disse Antônio Carlos Monteiro, morador de uma casa que fica atrás do supermercado, bem próximo da área incendiada.
Segundo a assessoria do Corpo de Bombeiros o risco maior é de que a parede da área mais afetada, que dá para a lateral de uma casa venha a desabar. “São cerca de 150 metros, e a parede está muito rachada, há um alto risco de desabamento, então as residência próximas devem continuar evacuadas até que a perícia avalie o estado do prédio”, disse o subtenente Joctã Costa, do Corpo de Bombeiros.
MEDO
Rachaduras e explosões assustavam os moradores das proximidades so supermercado: o depósito guardava diversos materiais altamente inflamáveis e, por causa disso, as chamas chegaram a quase dois metros acima do telhado do estabelecimento.
Rachaduras e explosões assustavam os moradores das proximidades so supermercado: o depósito guardava diversos materiais altamente inflamáveis e, por causa disso, as chamas chegaram a quase dois metros acima do telhado do estabelecimento.
Laudo deve ficar pronto em até 30 dias
De acordo com o diretor da unidade Duque do grupo Nazaré, Artêmio Corrêa, cerca de 100 pessoas trabalhavam na loja, além de clientes, no momento do incêndio. “O prédio foi totalmente evacuado e não há informações sobre feridos”, afirmou. O prejuízo, no entanto, diz o diretor, é “incalculável, estimo que somente nossa central de informática, que gere todos os supermercados e fica localizada aqui, possivelmente tenha sido destruída, o que seriam aproximadamente 10 milhões de reais”, comentou. Artêmio fala que chegou a visitar o depósito afetado. “A destruição foi completa, teremos que recomeçar do zero”, lamentou.
O supermercado tem aproximadamente 16 mil metros quadrados e esta é a segunda vez que o estabelecimento pega fogo. A primeira vez ocorreu em 1989, quando as chamas consumiram a unidade por completo. A causa do primeiro incêndio foi, segundo Alacid Corrêa, um dos donos do grupo Nazaré, “a parte elétrica, então nossa suspeita inicial é de que o motivo possa ter sido o mesmo”.
De acordo com o diretor da unidade Duque do grupo Nazaré, Artêmio Corrêa, cerca de 100 pessoas trabalhavam na loja, além de clientes, no momento do incêndio. “O prédio foi totalmente evacuado e não há informações sobre feridos”, afirmou. O prejuízo, no entanto, diz o diretor, é “incalculável, estimo que somente nossa central de informática, que gere todos os supermercados e fica localizada aqui, possivelmente tenha sido destruída, o que seriam aproximadamente 10 milhões de reais”, comentou. Artêmio fala que chegou a visitar o depósito afetado. “A destruição foi completa, teremos que recomeçar do zero”, lamentou.
O supermercado tem aproximadamente 16 mil metros quadrados e esta é a segunda vez que o estabelecimento pega fogo. A primeira vez ocorreu em 1989, quando as chamas consumiram a unidade por completo. A causa do primeiro incêndio foi, segundo Alacid Corrêa, um dos donos do grupo Nazaré, “a parte elétrica, então nossa suspeita inicial é de que o motivo possa ter sido o mesmo”.
LAUDO
Até o fechamento desta edição, por volta de 20h, o fogo, apesar de controlado, ainda não havia sido apagado. Marcos Sarquis, major dos Bombeiros, explicou que após o fogo ser controlado será feito o rescaldo e então a perícia do local. O laudo com a causa deve sair entre 15 e 30 dias, mas, segundo Artêmio Corrêa, “assim que estiver liberado partiremos para a recuperação do supermercado”.
Até o fechamento desta edição, por volta de 20h, o fogo, apesar de controlado, ainda não havia sido apagado. Marcos Sarquis, major dos Bombeiros, explicou que após o fogo ser controlado será feito o rescaldo e então a perícia do local. O laudo com a causa deve sair entre 15 e 30 dias, mas, segundo Artêmio Corrêa, “assim que estiver liberado partiremos para a recuperação do supermercado”.
fonte: (Diário do Pará)
domingo, 28 de agosto de 2011
VESTIBULAR UEPA 2012
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